sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Você sabe o que é Global Sul?


Global Sul é um novo termo, usado pelos estudiosos em missiologia e crescimento da Igreja, para referir-se ao assombroso crescimento da Igreja na America Latina, África e Ásia, ao mesmo tempo em que o cristianismo está se enfraquecendo em países antes considerados o berço do Cristianismo (Europa e EUA).
Os EUA e a Europa indiscutivelmente ainda possuem um papel importante no cumprimento da Grande Comissão no planeta, o número de conversões e o crescimento da Igreja é, estatisticamente comprovado, muito maior nos países do Global Sul.
Curiosamente há hoje um grande fluxo de missionários latino-americanos, africanos e asiáticos saindo de seus países para evangelizar nos EUA e na Europa, retornando assim a graça que nos foi concedida por Deus por meio de missionários americanos e europeus no século passado.
Nos EUA, as chamadas “igrejas étnicas” (igrejas fundadas e/ou compostas por imigrantes – sobretudo latinos e africanos) são o seguimento que mais cresce nas principais denominações pentecostais americanas como a Igreja de Deus, a Igreja do Evangelho Quadrangular e a Assembléia de Deus.
Eis alguns dados interessantes coletados em uma pesquisa realizada pelo irmão John Piper:
No início do século XX, aproximadamente 71% dos cristãos professos viviam na Europa. No final do século XX, este número caiu a 28%. 43% dos cristãos viviam então na América Latina e na África.
No ano 1900, a África tinha 10 milhões de cristãos, equivalente a 10% da população. No ano 2000, o número de cristãos era de 360 milhões, equivalente à metade da população do continente. Esta é provavelmente a maior mudança em termos de afiliação religiosa já ocorrida na história.
A Igreja Anglicana possui 17 milhões de membros batizados na Nigéria, comparado com 2.8 milhões nos EUA.
Neste domingo passado, mas anglicanos foram ao culto no Quênia, na África do Sul, na Tanzania e em Uganda do que na Grã-Bretanha, Canada e Episcopais nos EUA combinados.
Neste domingo passado, mais cristãos foram ao culto na China do que na chamada “Europa Cristã”.
Há mais pessoas nas igrejas quenianas aos domingos do que no Canadá.
Mais missionários do Brasil estão ativamente envolvidos em ministério transcultural fora de seu país do que da Grã Bretanha e do Canadá. Em outras palavras, as igrejas do Global Sul estão enviando cada vez mais obreiros ao campo missionário.
No último domingo, mais presbiterianos estiveram na igreja em Gana do que na Escócia.
Na semana passada, pelo menos 15 mil missionários estrangeiros estiveram trabalhando duro e evangelizando na Grã Bretanha. A maioria destes missionários são da África e da Ásia.
Ao que parece, a nuvem está se movendo do chamado “primeiro mundo” para o chamado “terceiro mundo”.
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por Hugo


quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Graça Barata:O Trágico Final de Todd Bentley


O anúncio feito esta semana do casamento apressado de Todd Bentley e de sua restauração espiritual está enviando uma mensagem de confusão a toda Igreja.
Gemi ao saber esta semana que o pregador canadense Todd Bentley que liderou o controverso avivamento de Lakeland havia se divorciado de sua mulher Shonnah e se casado com uma moça membro de sua equipe, Jessa Hasbrook. A notícia veio à tona depois de quase nove meses de silêncio e especulações, e durante este tempo os membros diretores do ministério de Bentley em British, Colúmbia criticaram-no de haver cometido adultério.
Numa declaração publicada dia dez de março por Rick Joyner, o autor e ministro popular que está encarregado de supervisionar o processo de restauração de Bentley disse que:
1. Bentley casou-se novamente semanas atrás e se estabeleceu na base de Rick Joyner em Fort Mill, Carolina do Sul.
2. Todd e Jessa afirmaram que o relacionamento deles era “errado e prematuro”, e que “não deveria ocorrer do jeito que aconteceu”.
3. Bentley ficará fora do ministério público enquanto está sendo curado e;
4. Rick Joyner supervisionará o processo de cura com a ajuda do pastor Jack Deere de Dallas e do pstor Bill Johnson da Califórnia.
“Muito costumam rejeitar a disciplina bíblica e adotam um comportamento suave e amoroso que não corrige ninguém”.
Foi também divulgado que o Todd Bentley pretende recomeçar seu ministério a que chama de Ministério Novo dos Estados Unidos, em Fort Mill (Fresh Fire USA, que não da para traduzir literalmente senão ficaria Ministério Fresco...), e que Rick Joyner está empenhado em levantar recursos e apoiadores para recomeçar.
Em várias partes de sua declaração Rick Joyner demonstra um amor firme, especialmente quando afirmou: “Todos sabemos que confiança se ganha, e que Todd terá que adquirir a confiança do corpo de Cristo para seu ministério futuro, que não será fácil, nem o deveria ser”. Deixou claro também que arrependimento e restauração “só vêem quando nos comprometemos com os padrões bíblicos de moralidade e integridade”.
Algumas coisas foram omitidas nas declarações publicadas por Joyner indicando que existe uma fraqueza na maneira de se restaurar líderes caídos.
Primeiramente é estranho que a primeira esposa, Shonnah Bentley não é mencionada no tratamento em questão, enquanto o nome de Todd é mencionado dezoito vezes. Não ficamos sabendo como a esposa está lidando com o divórcio. Como sustentará os três filhos de Todd? Ao que parece ela e os filhos são invisíveis no processo. Mas, será que a outra metade da família não precisa também ser restaurada?
Segundo, nós, os carismáticos ainda temos a tendência de engrandecer os dons bem acima do caráter. É como se os fins justificassem os meios.
(Assim, que importa de um pregador arruína um casamento e se casa rapidamente com uma mocinha – o mais importante é que ele volte logo pra o púlpito para poder curar os enfermos!). É a perversão da integridade bíblica. Deus pode ungir qualquer um com o Espírito Santo, mas o que ele procura são vasos de honra que carregam a unção com dignidade, humildade e pureza.
O mais deplorável nesta última declaração sobre o escândalo de Bentley é a falta de remorso verdadeiro. O próprio Bentley se desculpa dos erros e diz que “assumo completa responsabilidade para o fim do casamento”. Mas, como assumir esta responsabilidade se ele voluntariamente andava com uma namoradinha e se casou com ela tão-logo de divorciou da primeira? Por que escondeu o fato durante meses, enquanto deveria dar ouvidos aos conselhos de buscar se reconciliar com a esposa verdadeira?
Muitos crentes rejeitam a disciplina bíblica e adotam uma atitude amorosa que não tem o poder de corrigir. É a graça barata! Sem nos importarmos com a ofensa ou com o pecado de nosso irmão, nós acariciamos e nutrimos seus ferimentos e nos esquecemos de quanta gente ele feriu. Não importa a gravidade de seu pecado, confortamo-lo porque, afinal, quem somos nós para julgar?
Ao saber que um membro da igreja em Corinto mantinha um relacionamento sexual com a esposa de seu pai, Paulo não o confortou nem o acariciou. “Como é que vocês podem estar tão orgulhosos? Pelo contrário, vocês deviam ficar muito tristes e expulsar do meio de vocês quem está fazendo uma coisa dessas” (1 Co 5.1). Muitas vezes é preciso puxar da espada afiada para que a cura verdadeira aconteça. “Leais são as feridas feitas pelo que ama” (Pv 27.6).
Paulo entregou o irmão que não se arrependeu para Satanás “para a destruição da carne”, a fim de poder ser salvo (1 Co 5.5). Não é uma atitude muito gentil para os dias de hoje. Hoje Paulo seria chamado de duro e legalista. Tudo porque perdemos o verdadeiro senso do temor do Senhor – e não entendemos que ao abandonar os padrões de Deus pervertemos sua misericórdia. Quando o pecado é sério, a repudia popular deve ser mais severa ainda.
Nessa discussão toda sobre Bentley e o avivamento de Lakeland ainda estou apurando os ouvidos pra ver se ouço o som das vestimentas sendo rasgadas – e vestidos de sacos de cinza. Deveríamos chorar de vergonha. Deveríamos rasgar nossos corações – conforme Deus ordenou a Israel quando caiu em pecado (Jl 2.13-14). Para orientarmos uma igreja confusa, nossos líderes deveriam publicamente lamentar o desastre de Lakeland e curar o relacionamento de Todd com sua esposa Shonnah.
O pior é que não lamentamos este desastre, nem ficamos chocados ou envergonhados deste pecado grassar em nosso meio. Agimos como se o divórcio fosse a coisa mais comum, uma infração pequena, dos pecados, o menor – quando, na realidade é um fracasso moral que desqualifica o obreiro. Se realmente amamos Todd Bentley não exigiremos que ele retorne brevemente ao púlpito. Anelamos que ele seja restaurado à comunhão com Deus, mas não desejamos que o processo seja agilizado para seu retorno ao ministério. Queremos também que os líderes encarregados na restauração de Todd não apenas o amem, mas que protejam a igreja desse escândalo que a todos afetou no ano passado.

P.S. No site abaixo você pode ler o artigo em inglês e a carta de Rick Joyner – cada vez menos qualificado (Nota do Tradutor).
Fonte: www.charismamag.com/index.php/fire-in-my-bones




quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Perdão Como Caminho à Paternidade Espiritual


“Perdão é o amor praticado entre pessoas que amam defeituosamente”.
Um dos caminhos que levam à paternidade espiritual é o perdão. É mediante o perdão constante que nos tornamos semelhantes ao Pai. Perdoar de coração é muito, muito difícil. É quase impossível. Jesus disse aos seus discípulos: “Se [teu irmão] por sete vezes no dia pecar contra ti, e sete vezes vier ter contigo, dizendo: Estou arrependido, perdoa-lhe” (Lc 17.4).
Muitas vezes eu já disse: “Eu lhe perdôo”, mas mesmo quando dizia essas palavras, meu coração permanecia zangado ou ressentido. Eu ainda queria ouvir que eu, afinal de contas, estava certo; ainda queria ouvir justificativas e desculpas, ainda queria ter a satisfação de receber de volta elogios – pelo menos o reconhecimento de ser tão magnânimo em perdoar!
Mas o perdão de Deus é incondicional; vem de um coração que não pede nada para si mesmo; um coração totalmente vazio de pretensões próprias. É esse perdão divino que devo praticar na minha vida diária. Para fazer isso, é preciso que eu ignore todos os meus argumentos e instintos que dizem que a clemência não é sábia, é pouco saudável e pouco prática. O perdão divino conclama-me a deixar de lado toda a minha necessidade de gratidão e de reconhecimento. Finalmente, pede-me que eu passe por cima daquela parte do meu coração que está magoada e ofendida e que deseja manter controle, colocando umas tantas condições entre mim e aquele a quem devo perdoar.
Esse “passar por cima” é o verdadeiro exercício do perdão. Talvez seja mais um “galgar por cima” do que “passar por cima”, porque os obstáculos interiores são enormes. Muitas vezes já tive que transpor a barreira dos argumentos e sentimentos de irritação que erigi entre mim e todos aqueles que eu amo e que com freqüência não correspondem ao meu amor. É a barreira do medo de ser usado ou magoado novamente. É o muro de orgulho e de querer manter o controle. Contudo, todas as vezes que consigo passar por cima desse muro, entro na casa onde habita o Pai e lá me aproximo do meu semelhante com amor sincero e misericordioso.
Há, porém, um tremendo vazio nessa paternidade espiritual. Não há poder, não há sucesso, não há popularidade nem fácil satisfação. Ao mesmo tempo, esse enorme vazio é também o lugar de verdadeira liberdade. É o lugar onde não há “nada mais a perder”, onde o amor não tem amarras e onde se encontra verdadeira força espiritual.
Cada vez que me ponho em contato com esse vazio, terrível mas proveitoso, sei que ali posso acolher qualquer pessoa sem condená-la – e oferecer-lhe esperança. Ali me sinto livre para receber os pecados de outros sem precisar avaliar, classificar ou analisar. Ali, num estado de espírito totalmente isento de julgamento, posso engendrar confiança libertadora em outras pessoas.
Cada vez que encontramos essa vacuidade sagrada do amor que nada exige, os céus e a terra tremem e “há júbilo diante dos anjos de Deus” (Lc 15.10). É a alegria pelos filhos e filhas que voltam. É a alegria da paternidade espiritual.
Como uma pessoa que sempre se rejeita e procura afirmação e afeto, acho impossível amar consistentemente sem pedir algo de volta. Mas o objetivo é precisamente desistir de que eu mesmo consiga isso como uma proeza heróica. Para entrar verdadeiramente na paternidade espiritual e na conseqüente autoridade compassiva, tenho de deixar que o rebelde filho mais jovem e o ressentido filho mais velho [da parábola do filho pródigo], que se encontram em todos nós, subam à plataforma para receber o amor incondicional, misericordioso que o Pai me oferece, e descobrir ali o chamado para estar em casa assim como meu Pai está em casa.
Dessa forma, ambos os filhos em mim podem gradativamente ser transformados no Pai misericordioso. Essa transformação leva-me à realização do mais profundo desejo do meu coração inquieto. Pois que alegria maior posso ter do que estender meus braços cansados e deixar minhas mãos descansarem sobre os ombros dos meus filhos [espirituais] que estão no caminho de volta para casa, abençoando-os?
Extraído de “A Volta do Filho Pródigo”, Henri J. M. Nouwen, Paulinas, São Paulo, 1997.
por Henri Nouwen

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Fazendo discípulos de forma simplesmente bíblica


Esse é o testemunho do irmão Will em suas caminhadas com Deus de como tem obedecido ao IDE de Jesus.

Ele simplesmente foi as pessoas e ministrou-lhes em suas realidades, sem formalidades ou coisas que Deus não nos mandou fazer. Impressionante o seu testemunho, e desejo que Deus levante outras pessoas assim.

Deus te abençoe Will


"Neste último sábado fomos regar as sementes que foram plantadas em outros momentos na urbanização descapitalizada com arquitetura espontânea da balieira, fui em uma casa a qual abriram as portas para estarmos la levando a palavra de DEUS. Cheguei la por volta das 15 horas, juntamos o pessoal do quintal, infelizmente não foram todos, poderia ser, mas DEUS sabe de todas as coisas, eu não. Combinamos o propósito de ler todo o evangelho de joão, que tenho falado para eles que é a biografia de JESUS, estamos utilizando uma ferramenta extremamente oportuna, que é o evangelho de joão somente que o Pastor Silas teve a idéia a alguns anos atras de imprimi-lo somente, tenho alguns em casa ainda e os estou utilizando para ganhar almas para meu SENHOR e SALVADOR, JESUS CRISTO. Durante a leitura, todos estavam bem atentos, prestando bastante atenção no que era lido, como muitos não tem estudo, percebi que eles gostariam que somente eu ficasse lendo, e foi o que eu fiz, eles apenas acompanharam, cada um com a sua biografia na mão. No decorrer da leitura, eles concordavam com o que era lido e algumas vezes até paravam para comentar, principalmente um homem que ainda esta afastado, ele desabafou bastante, chorou e reconheceu que DEUS tem sido bom em todo tempo em sua vida apesar do estado dele, percebeu também que a vida sem CRISTO é morte e que ele precisa se reconciliar com DEUS, em mim particulamente foi gerado um AMOR por este homem como de um irmão e creio que o mesmo da parte dele. Havia outro homem, aparentava ser jovem, que neste mesmo dia iria largar mulher e filhos e desaparecer da vista dos mesmos, contudo, DEUS em sua grande bondade e sabedoria, não o deixou fazer isso. O homem ouviu toda a palavra, atentou para a mesma e falou conosco o que iria fazer e declarou que não iria mais fazer, profetizamos sobre a vida dele que todas as suas decisões seriam em AMOR, o único AMOR que existe, sem engano e falsidade, que é o AMOR de DEUS, foi tremendo, o Espírito Santo estava naquele lugar, era fácil perceber sua presença, todos sentiram a presença de DEUS e foram tocados, tenho certeza por causa do nome poderoso de JESUS que aquele homem estará no próximo sábado dando testemunho de que tudo melhorou em sua casa e do poder do AMOR de DEUS em sua vida. As mulheres que estavam lá, falaram que DEUS está tocando a balieira e fazendo uma transformação. Creio que este é o sinal do início de uma grande colheita e transformação. Todos que lerem este post, peço que estejam orando e se propondo a estar levando a palavra, porque sedentos não faltam, e não se prendam a capacitação, tenho percebido que isso é falta de fé. Se realmente nos rendemos ao senhorio de JESUS o CRISTO, temos a maior capacitação que poderiamos ter que é O MESMO habitando dentro de nós, tabernaculando conosco. Matenha relacionamente com DEUS e trasnforme-se em apenas e suficientemente um canal de DEUS para vida de outros, porque o único que tem poder e capacidade para transformar é todo poderoso nosso DEUS, que é bom independente de nós. Diante de tudo isso estou pulando de alegria e muito feliz, que DEUS me abençoe, hehehehehe."Bigão, te amo mano.T mais

SHALOM
JESUS BLESS YOU

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Alma Sobrevivente Sou Cristão, Apesar da Igreja




Raramente tenho lido um livro que me alimentasse tanto. Não deve ser lido apressadamente, apenas algumas páginas por dia, saturadas com muita meditação. Acompanhar desta forma, através de notas biográficas curtas e pertinentes, as vidas destes 13 “mentores” de Philip Yancey, foi uma experiência deliciosa. Alguns eu já conhecia, apenas por nome, porém não sabia da profundidade e autenticidade de suas experiências de vida e das lições que podem nos ensinar. Outros eu não conhecia nem por nome e aprendi a respeitar, saindo inclusive à procura dos seus livros. (Infelizmente, vários deles ainda não possuem muitos títulos publicados em português).

Este livro ajuda a gente se livrar dos preconceitos e a perceber como as riquezas de Deus podem ser muito mais saboreadas quando isto acontece. Assim como os autores bíblicos, Philip Yancey não esconde os defeitos e pecados desses personagens, o que não diminui o impacto que suas vidas e mensagens pode causar em nossa fé. Não compete a nós definir o status final de qualquer pessoa diante do Supremo Juiz, mas independentemente disto, senti Deus me falando através de suas dores, indagações, ênfases e desabafos. Toda vez que eu pegava o livro para ler, era como se estivesse sentando com um velho amigo e conversando sobre coisas profundas de interesse mútuo.

Harold Walker

Conselho Editorial, Revista Impacto

Um dos principais obstáculos à vida espiritual do cristão é a própria igreja. Esta é a mensagem implícita, porém radical, desse livro. Ao descrever o perfil de várias pessoas talentosas, porém heterodoxas, Yancey nos ajuda a compreender que o mistério da vida e o amor de Deus raramente são descobertos na instituição religiosa, na doutrina correta ou no comportamento convencional. Isso confirma para mim a urgência de uma nova reforma da igreja, se ela quiser ser o instrumento de Deus para manifestar Cristo ao mundo.

John Walker – Jundiaí - SP

Henri Nouwen (um dos 13 personagens descritos no livro) disse: “aquele que efetivamente cura feridas é o ferido”. Nouwen foi marcado por feridas profundas; professor de teologia nas melhores faculdades dos Estados Unidos, no entanto, era um homem ferido e insatisfeito. Apesar de reconhecido e prestigiado pela capacidade de ensinar, não encontrou o caminho para a cura de suas feridas, pois se sentia profundamente rejeitado e sozinho nas suas lutas interiores. Ele queria aprender “o que o seminário e a teologia não lhe haviam ensinado: como amar a Deus e descobrir a presença de Deus em seu próprio coração”. Por isso tomou a decisão de se mudar para uma comunidade L’Arche de deficientes físicos e mentais.

“Amo Jesus, mas...”, escreveu em seu diário, em relação à sua mudança para a comunidade em Toronto, no Canadá, que tinha o nome Daybreak. “Amo Jesus, mas quero apegar-me à minha própria independência, mesmo quando esta independência não traz verdadeira liberdade. Amo Jesus, mas não quero perder o respeito de meus colegas de profissão, muito embora o seu respeito não me faça crescer espiritualmente. Amo Jesus, mas não quero abdicar de meus planos de escrever, viajar e fazer palestras, mesmo que esses planos muitas vezes sejam mais para minha glória do que para a glória de Deus.”

Enfim, Nouwen aprendeu as maiores lições de sua vida e encontrou Deus enquanto cuidava de deficientes físicos e mentais. Ao mesmo tempo, ele via Deus naquelas pessoas e via respostas para suas próprias feridas e deficiências na alma. É esse segredo espiritual que torna seus livros tão eficazes e transformadores até hoje.

Pr. Sérgio Nunes

Igreja Bíblica Evangélica – Botucatu – SP

Até pouco tempo, só conhecia G. K. Chesterton como autor de estórias de detetive. Seu personagem mais famoso era o Padre Brown, um pároco do interior, que muitas vezes era tirado das suas atividades clericais para ajudar o delegado da cidade a resolver problemas difíceis.

Agora, com a leitura do maravilhoso Alma Sobrevivente, de Philip Yancey, fiquei sabendo que Chesterton era muito mais do que um “contador de estórias” de detetive. Um homem que em meio ao surgimento de tantas idéias humanistas – à época de Freud, de Huxley, de Bernard Shaw – ousava se proclamar cristão e defender a igreja.

Jesus Costa Ourives

Conselho Editorial, Revista Impacto

por Philip Yancey

A Autoridade da Vida



De acordo com Romanos 12 (v.4), no Corpo de Cristo há muitos membros – cada um com seu lugar e função particulares, pois Deus fez todos os membros diferentes um do outro. A pergunta que precisamos analisar é: como podem todos esses membros, com suas funções variadas, serem ajustados e ligados como um só Corpo

A Autoridade da Cabeça

O primeiro princípio do viver no Corpo de Cristo é estar em sujeição à autoridade da Cabeça, visto que a própria existência do Corpo, com suas funções e atividades variadas, depende da autoridade.

Sempre que a autoridade perde seu terreno em nós, o corpo é imediatamente paralisado. Aquela parte do corpo que é desobediente é a parte que experimenta a paralisia. O corpo que não se sujeita ao comando da cabeça é apenas um corpo paralisado. Onde existe a vida, existe autoridade. É inconcebível rejeitar a autoridade e ainda receber vida.

Todos os que estão cheios de vida são obedientes à autoridade. Como, por exemplo, minha mão física pode ter vida e ao mesmo tempo resistir ao controle da cabeça?

Minha mão está viva porque pode ser comandada pela cabeça. O próprio viver da mão significa que minha cabeça é capaz de dirigi-la e utilizá-la. O mesmo é verdadeiro com respeito ao relacionamento entre qualquer membro do Corpo de Cristo e a Cabeça. O primeiro princípio para cada membro que vive no Corpo de Cristo, portanto, é obedecer ao Senhor, que é a Cabeça.

Se você e eu não formos tratados até chegar ao ponto de nos tornarmos obedientes, então o que sabemos sobre o Corpo é meramente doutrinário por natureza, e não um assunto de vida. Que bênção é ter Deus tratando nossa vida natural, fazendo com que estejamos em sujeição a Cristo, a Cabeça!

Devemos buscar a obediência diariamente. Não só precisamos buscar oportunidades que nos façam avançar espiritualmente a fim de que nos tornemos santos e justos, mas também precisamos buscar diante de Deus cada oportunidade de obedecer, para que também aprendamos a obediência.

A Autoridade dos Membros

O segundo princípio do viver no Corpo é que nenhum membro tem qualquer autoridade, pois a autoridade está somente na Cabeça. Seria um sério erro se um membro alegasse possuir autoridade em si mesmo. Um membro não possui autoridade direta; ele tem apenas a autoridade que lhe foi delegada pela Cabeça. E essa autoridade não é apenas posicional, mas é totalmente decorrente da vida. Essa autoridade não vem por meio da nomeação, mas pelo ser.

Se um membro não é um olho, o Corpo não pode estabelecê-lo como olho. Se não é mão, o Corpo não pode fazer dele mão pelo simples fato de nomeá-lo como tal. Um membro tem a autoridade de segurar ou de ver somente porque ele pode segurar ou ver. E visto que ele atua de acordo com essa norma, as pessoas recebem ajuda.

É um erro muito estúpido se, em uma igreja, a autoridade está relacionada à posição e não à vida, se uma pessoa é nomeada por causa de sua posição social e não por sua espiritualidade. A Palavra de Deus claramente nos mostra que a autoridade está na vida, não na posição ou no histórico de alguém. A autoridade é estabelecida em uma pessoa em decorrência de seu viver, não por meio da nomeação. Essa pessoa, em sua vida pessoal e corporativa, experimentou tratamentos em questões práticas e aprendeu o que outras pessoas ainda estão por aprender. No Corpo de Cristo, toda autoridade procede da vida.

Ainda que, em uma assembléia local, haja nomeações pela direção de Deus, ainda assim não devem ser feitas de acordo com a posição, mas de acordo com a vida. Quando a vida e a nomeação concordam, você deve se submeter; de outro modo, a vida cessará em você e você será deslocado do Corpo – significando com isso que você não se mantém ligado firmemente à Cabeça. Se existe algo errado entre você e outro irmão, você não pode dizer que tem um relacionamento normal com a Cabeça. Se fez mal a outro membro do Corpo, pode ser que você não esqueça de nenhum ensinamento e pode até continuar em sua obra de ministério como antes, porém você perdeu a Palavra da vida.

Portanto, na Igreja, precisamos aprender a submetermo-nos uns aos outros. Se os membros não se submetem mutuamente, a vida mencionada em Romanos 8 não poderá se manifestar. Pelo contrário, os irmãos sentirão como se o ar lhes faltasse – dificilmente eles conseguirão prosseguir. Porém, aqueles que discernem o Corpo de Cristo consideram a submissão a mais jubilosa prática.


por Watchman Nee

quarta-feira, 21 de outubro de 2009







1. Deus Ama Você!
A Bíblia diz, "Porque Deus amou o mundo tanto, que deu o seu Único Filho, para que todo aquele que nele crer não morra, mas tenha a vida eterna". O problema é que.
2. Todos nós fazemos, dizemos ou pensamos coisas que são erradas.



Isto é chamado de pecado, e nossos pecados nos separam de Deus.
A Bíblia diz "Pois todos pecaram e estão separados da glória de Deus..." (Romanos 3:23) Deus é perfeito e santo, e nossos pecados nos separam de Deus para sempre. A Bíblia diz "Pois o salário do pecado é a morte..." (Romanos 6:23) A boa noticia é que a mais de 2000 atrás,
3. Deus enviou Seu único Filho Jesus Cristo para morrer por nossos pecados.
Jesus e o Filho de Deus. Ele viveu uma vida sem pecados e morreu na cruz para pagar o preço por nossos pecados. "Mas Deus demonstra seu amor por nós pelo fato de ter Cristo morrido em nosso favor, quando ainda éramos pecadores." (Romanos 5:8) Jesus ressuscitou da morte e agora Ele vive no céu com Deus Seu Pai. Ele nos oferece o presente da vida eterna -- de viver eternamente com Ele no céu se aceitarmos Ele como nosso Senhor e Salvador. Jesus disse "Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, a não ser por mim." (João 14:6) Deus te ama e deseja que você seja Seu filho "Contudo, aos que o receberam, aos que creram em seu nome, deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus." (João 1:12) Você pode escolher e pedir para que Jesus Cristo perdoe seus pecados e entre na sua vida como seu Senhor e Salvador.
4. Se você deseja aceitar Cristo, você pode pedir para Ele ser seu Salvador e Senhor confessando pela fé com esta oração:
"Senhor Jesus, Eu creio que Tu és o Filho de Deus e o Salvador do mundo. Obrigado por vir a Terra e morrer para que eu pudesse ter a vida eterna. Por favor perdoe todos meus pecados. Agora eu quero Te seguir e Te servir com minha vida. Por favor envie o seu Santo Espírito e dirija meus passos. Em nome de Jesus , Amem."
Você fez esta oração?
YESEu ainda tenho dúvidas






lucianoatos3.19@hotmail.com

terça-feira, 20 de outubro de 2009

O Perigo de Escolher o Bom e Não o Melhor




Concedeu-lhes o que pediram, mas fez definhar-lhes a alma” (Sl 106.15).

O evangelho coloca diante de nós Cristo e seu Reino em contraste com o mundo e suas atrações. Insta conosco para escolher. De fato, toda sua influência é direcionada para mostrar que a escolha é inevitável. Mas quando a vontade faz sua escolha eterna, e abre sua vida ao reinado e governo do Salvador, somente o primeiro passo na vida cristã foi dado. Existe diante de nós todo um caminho de peregrinação que teremos de percorrer com paciência na companhia do nosso Senhor.

E no decorrer deste caminho, sempre rondando nossos passos, existe a cilada sutil de se escolher um bem menor. Pois a vida é uma longa série de escolhas, escolhas que precisam ser feitas diariamente, entre aquilo que é supremo e superior e aquilo que é secundário, entre o que agrada a si mesmo e o que agrada a Deus.

O perigo mais comum não é o que muitos imaginam: desviar-se e cair no pecado. É antes a tentação que aparece com freqüência alarmante de escolher o bom ao invés do melhor; de escolher algo que tem inúmeros pontos a favor, mas que não é a vontade explícita de Deus para nós.

Quando nos comprometemos a qualquer outro curso de vida, que não seja de absoluta fidelidade ao bem superior, estamos nos posicionando lamentavelmente fora de contato vivo com Deus, que às vezes pode conceder-nos nossos desejos e, ao mesmo tempo, deixar nossa alma definhar-se.

Israel, a quem este texto nos Salmos se refere, foi um forte exemplo disso. O propósito de Deus para a nação era que não tivesse um soberano terreno; ele mesmo seria seu Senhor e seu Rei. Israel seria um exemplo e modelo ao mundo inteiro. Mas Israel se rebelou. O povo queria ser igual, e não diferente, das outras nações. Pediram um rei para guiá-los à batalha; queriam um monarca com toda sua pompa e esplendor.

Mesmo assim, Deus não os deixou para seus próprios desejos, nem os rejeitou. Com efeito, Deus disse a Samuel: “Muito bem; nomeie um rei para eles; não estão escolhendo o melhor, e vou permitir que tenham o bem inferior escolhido por eles mesmos. É a única maneira de mostrar-lhes a tolice do que estão fazendo.”

A história subseqüente da nação mostrou realmente o perigo de se escolher um bem inferior. Israel tinha uma posição geográfica crucial e visada por todos os povos que levantavam impérios. Desta forma, era mais importante ainda que estivesse sob a proteção de Deus. Mas escolheu um caminho diferente, e qual foi o resultado? Desastre após desastre em guerras e conquistas por outros povos. A terra foi dilacerada por dissensões e agitações e, finalmente, o povo foi retirado e levado ao cativeiro.

Se estas ilustrações de um princípio de vida puderem servir de alguma forma para nós, certamente seria para mostrar a ênfase que Deus dá nas escolhas que são feitas em cada crise moral e espiritual. É comum dizer que nossas escolhas atestam o nosso caráter, e que a direção em que a mente da pessoa vira involuntariamente mostra que tipo de pessoa é. A seriedade da vida é que cada dia somos testados a respeito dos fundamentos e inspirações vitais do nosso ser.

Há momentos quando somos tentados para seguir rumos em que ganho material e vantagem pessoal estão em primeiro lugar. Somos tentados a garantir para nós mesmos vantagens atuais, e para colocar conforto, facilidade e prosperidade como nossos objetivos principais. Perguntamos: “Não podemos tirar proveito máximo dos dois reinos?”

O perigo é, ao tentar conciliar as duas coisas, escolhermos o bem inferior. E, se isto acontecer, Deus não nos abandonará, pois ele nunca faz isso. Mas ele permite que a escolha inferior corrija nossa vontade própria, e nos conduza de volta ao lugar de obediência de todo coração ao Senhor.

A escolha de um bem inferior pode resultar no abafamento dos nossos instintos mais espirituais, na perda de uma comunhão mais íntima com Deus, e na ausência daquela divina parceria de poder em que Deus fortalece e usa as pessoas para sua glória.

É sempre um grande desafio de fé compreender o que é o melhor de Deus, mas quando o reconhecemos, traz a exigência imediata de uma resposta. Seguir a luz divina que vem para nos guiar, e submeter todas nossas escolhas à vontade de Deus, são os testes mais severos que a vida nos reserva. Mas feliz de fato é o homem cuja coragem não hesita, cujos ideais não são renegados, na hora da sua provação.

Toda nossa vida presente e o treinamento que temos aqui são apenas uma preparação para o serviço eterno. A escolha de um bem inferior sempre resultará no empobrecimento da influência presente; pois se um homem quiser exercer influência superior, ele deve viver em função das coisas superiores.

Sabemos de pais que se dizem cristãos, mas cuja escolha de um bem inferior se reflete nas vidas insatisfatórias dos seus filhos. Ao invés de buscarem primeiro o Reino de Deus, a perspectiva da sua vida no lar é influenciada em grande medida pelo mundo, pelas convenções da sociedade, e não pelas convicções do coração. E seus filhos pegaram uma medida muito inferior de Deus por causa desta imagem distorcida que os pais refletiram.

O Exemplo do Nosso Senhor

Tudo não é desalento, porém. Para nos aliviar no meio de todas estas advertências, temos sempre presente a inspiração da própria vida do Senhor – onde encontramos o mais forte apelo ao nosso coração para escolher o mais alto. Pois ao lermos o registro da sua vida, nos dias da sua carne, vemo-lo como aquele que sempre, coerentemente, escolhia o melhor de Deus. “Desci do céu, não para fazer a minha própria vontade; e, sim, a vontade daquele que me enviou” (Jo 6.38). “... o Filho do homem...não veio para ser servido, mas para servir...” (Mt 20.28).

E no fim da sua vida, quando o cálice estava cheio, amargo e pesado, ouvimo-lo no Jardim, ainda fiel ao propósito governante da sua vida redentora: “Todavia não seja o que eu quero, mas o que tu queres” (Mc 14.36). E, escolhendo o melhor de Deus, ele bebeu o cálice até o fim.

Para os homens hoje, o melhor de Deus se expressa no chamado de Cristo: Segue-me. Segui-lo corajosa, coerente e lealmente é escolher a melhor e mais alta de todas as alternativas da vida.

J. Stuart Holden era um pregador anglicano e um dos palestrantes regulares das famosas Conferências Keswick na Inglaterra no início do século XX.

Oi, Jesus, é o Zé

Ao meio dia, um pobre velho entrava no templo e, poucos minutos depois, saía.Um dia, o pastor perguntou-lhe o que vinha fazer, pois havia objetos de valor no templo.

“Venho orar”, respondeu o velho.

“Mas é estranho que você consiga orar tão depressa”, disse o pastor.

“Bem”, retrucou o velho, “eu não sei recitar aquelas orações compridas. Mas, diariamente, ao meio dia, eu entro neste templo e só falo: ‘Oi Jesus, é o Zé’. Em um minuto, já estou de saída. É só uma oraçãozinha, mas tenho certeza que ele me ouve.”.

Alguns dias depois, o Zé sofreu um acidente e foi internado em um hospital. Na enfermaria passou a exercer uma grande influência sobre todos. Os doentes mais tristes se tornaram alegres e muitas pessoas desprezadas passaram a ser ouvidas.

Um dia, a enfermeira chefe lhe disse: “Os outros doentes falam que foi você quem mudou tudo aqui na enfermaria. Eles dizem que você está sempre tão alegre...”

“É verdade, estou sempre alegre. É por causa daquela visita que recebo todos os dias, me trazendo felicidade.”.

A enfermeira ficou atônita. Já notara que a cadeira ao lado da cama do Zé estava sempre vazia. Ele era um velho solitário.

“Que visita? A que horas?”

“Diariamente, ao meio dia”, respondeu o Zé, com um brilho nos olhos. “Ele vem e fica ao pé da cama. Quando olho para ele, sorri e diz: ‘OI ZÉ, É O JESUS’!”
Não importa o tamanho da oração, mas, sim, a comunhão que através dela temos com Deus.

por J. Stuart Holden

Levantando Cedo



“Desperta, ó minha alma! Despertai, lira e harpa! Quero acordar a alva” (Sl 57.8,9; 108.2,3)

“Sacia-nos de manhã com a tua benignidade, para que cantemos de júbilo e nos alegremos todos os nossos dias” (Sl 90.14).

Por que devemos levantar cedo?

Por que devemos levantar cedo? Porque cedinho pela manhã é a melhor ocasião para encontrar o Senhor. Com exceção de uma minoria que sofre de males físicos, todos devem ser estimulados a levantar cedo. A maioria de nós não tem doenças físicas – padecemos por nos amar demais!

Deixe-me citar as palavras da Srta. Groves, uma co-obreira da Srta. M. E. Barber, que nos tem ajudado grandemente . Ela afirmou que a primeira escolha que evidencia o amor de alguém pelo Senhor é a escolha entre a cama e o Senhor. Se alguém escolher amar a cama, dormirá mais; mas se escolher amar mais o Senhor, levantará um pouco mais cedo. Ela me disse isso em 1921, mas, ainda hoje, sinto o frescor de suas palavras. Sim, o homem tem de escolher entre a cama e o Senhor. Se você ama mais a cama, continue a dormir mais; mas se ama mais o Senhor, você deve levantar-se mais cedo.

Por muitas décadas, a Srta. Groves sempre se levantava antes das 5 horas, e a Srta. Barber, entre às 4 e 5 horas. Elas me disseram que não ousavam dormir aquecidas demais temendo não poder levantar cedo pela manhã.

Na Bíblia, vemos que, no deserto, o alimento sobrenatural, o maná, tinha de ser colhido antes que o Sol nascesse (Êx 16.21). Quem quisesse comer o alimento que Deus havia prometido deveria levantar cedo. Quando o Sol aquecia, o maná derretia, desaparecendo. Todo jovem crente precisa saber que, para receber alimento diante de Deus, obter comida espiritual, progredir espiritualmente e desfrutar de comunhão, tem de levantar um pouco mais cedo. Se levantar tarde demais, perderá seu alimento. A vida cristã doente que prevalece no meio dos filhos de Deus hoje deve-se mais ao levantar tarde do que a algum problema espiritual sério. Portanto, não menospreze esse assunto.

É como se, de manhã cedinho, no momento em que o dia começa a amanhecer, Deus repartisse a provisão de alimento espiritual e comunhão aos seus filhos. Quem levanta tarde demais, fica sem ela. Muitos filhos de Deus não têm qualquer deficiência quanto à consagração, ao zelo ou ao amor, mas falham em ser bons cristãos por levantar tarde demais. O levantar cedo influencia grandemente a vida espiritual. Nunca encontrei um guerreiro de oração ou alguém que tivesse intimidade com o Senhor que levantasse tarde.

Qualquer um que propuser a Deus levantar cedo experimentará muito proveito espiritual. A oração, em outras horas do dia, não pode ser comparada com a realizada de manhã cedinho. O estudo bíblico em outras horas não pode igualar-se ao da manhã, e a comunhão com o Senhor nunca é tão doce em outros momentos quanto no amanhecer. Lembre que de manhã cedinho é a melhor hora do dia. Devemos oferecer nosso melhor tempo a Deus e não aos homens ou aos negócios do mundo. Quem gasta o dia inteiro no mundo e depois, à noite, quando está morto de cansaço, ajoelha-se para orar e ler a Bíblia antes de ir para a cama, é um tolo. Não é de se surpreender que a oração de tal pessoa, o estudo bíblico e a comunhão com o Senhor sejam deficientes. A origem do problema é levantar tarde.

Exemplos bíblicos

Os melhores servos de Deus tanto do Antigo quanto do Novo Testamento eram todos madrugadores (ver quadro). Tinham o hábito de comungar com Deus e trabalhar para ele de manhã. Embora não encontremos na Bíblia nenhuma ordem direta de Deus para levantar cedo, temos, não obstante, exemplos suficientes de servos fiéis que eram madrugadores.

Por conseguinte, aqueles que desejam seguir o Senhor não devem perguntar desdenhosamente que diferença fará se o horário for mais cedo ou mais tarde. Temos bastante experiência para convencer-nos de que levantar uma hora mais tarde prejudicará nosso estudo bíblico, e levantar duas horas mais tarde porá fim à nossa oração.

Durante os primeiros três anos de minha vida cristã, alguém me perguntou, pelo menos 50 vezes, a que horas eu levantava. Por ser uma bênção muito grande, eles não queriam que eu a perdesse. O mundo pode não ver diferença em levantar duas horas mais cedo ou duas horas mais tarde; isso pode não influenciar as questões do mundo. Porém, deixe-me lhe dizer: nas questões espirituais, faz uma grande diferença.

Não somente muitos servos de Deus foram madrugadores, mas até mesmo o Senhor Jesus levantava cedo. Antes do amanhecer, já estava orando. Ele chamava os doze discípulos no começo do dia. Se não nos levantarmos suficientemente cedo, sem dúvida nos tornaremos muitíssimo pobres espiritualmente.

O que fazer depois de levantar cedo

Nosso propósito não é simplesmente tirar as pessoas da cama de manhã cedinho. Estamos buscando valores espirituais. Por isso, há algumas coisas que as pessoas devem fazer depois de levantar.

1- Tenha comunhão com Deus

“Levantemo-nos de manhã... ali te darei meu amor” (Ct 7.12). Sendo a melhor hora do dia, deve ser gasta em comunhão com Deus, esperando em quietude e meditando na presença de Deus, tendo o espírito aberto para receber orientações e impressões de Deus e permitindo que ele fale.

Quando o espírito está aberto a Deus, o mesmo ocorre com a mente, o que permite que Deus conceda luz, supra uma palavra, cause uma impressão e nos toque de forma viva. Além disso, cria a oportunidade de a alma também aprender a tocar em Deus, meditar, contemplar e aproximar-se de Deus com o coração. Resumindo, isso é comunhão com Deus.

2. Cantar e louvar

Cedo pela manhã é a melhor hora para cantar louvores ao Senhor. Podemos proferir os mais altos louvores no período da manhã.

3. Buscar alimento diante de Deus

Essa é a hora de colhermos o nosso maná. O que é maná? Embora indique, em última análise, o próprio Cristo, a ênfase aqui é mostrar seu cumprimento na Palavra de Deus, da qual desfrutamos diariamente e pela qual recebemos forças para andar no deserto. O maná é o alimento no deserto que precisa ser colhido cedo pela manhã. Como alguém pode satisfazer-se e alimentar-se se gasta a primeira parte da manhã voltada a outras tarefas?

Todas as pessoas deveriam ter duas bíblias: uma para ser lida devagar, num horário específico, e na qual muitas observações podem ser escritas, e outra para ser usada de manhã e na qual nada deve ser escrito, pois serve puramente para colher o maná. Não é o momento de ler trechos longos; de preferência, abra uma passagem curta da Bíblia diante de Deus e misture oração com a Palavra, cântico com leitura e comunhão com a Bíblia.

Como dissemos, levantar cedo visa à comunhão. Isso não significa que a comunhão seja o primeiro passo, louvor o segundo, leitura da Bíblia o terceiro, e oração o quarto. Na verdade, trata-se da combinação de todos esses atos, associando-os diante de Deus. Você pode comparecer à presença de Deus com a Palavra aberta ou combinar oração com leitura da Bíblia. Pode confessar seus pecados após ler a Palavra ou agradecer a Deus por uma graça específica que tenha recebido. Você pode fazer um pedido especial de acordo com a palavra que leu ou simplesmente dizer ao Senhor que o que acabou de ler na Escritura é o que lhe falta.

Como resposta a muitas palavras, você pode dizer: “Senhor, eu creio”; a muitas promessas, você pode responder: “Senhor, eu recebo”. Algumas vezes, sentirá o desejo de agradecer ao Senhor, porque sua promessa é muito grandiosa; outras vezes, será compelido a orar pelos irmãos e por si mesmo ao descobrir que a condição deles e a sua não condizem com o que a Bíblia ensina. Não, você não estará criticando ou acusando ninguém diante de Deus, mas apenas lhe pedindo que cumpra sua Palavra na vida desses irmãos e em você mesmo. Estará, portanto, confessando os próprios pecados e os pecados da igreja.

Realmente, cedo pela manhã é a melhor hora para colher o maná. Aprenda a misturar oração, louvor e comunhão com a Palavra de Deus. Em um instante, você está na terra; no seguinte, no céu; em um segundo, você está sozinho e, no seguinte, encontra-se na presença de Deus. Utilizando assim seu tempo cada manhã diante de Deus, você se sentirá satisfeito diariamente. Terá sido alimentado com a Palavra de Cristo, porque Cristo é o Verbo de Deus. Terá permitido que a Palavra de Deus habite em você ricamente. Essa maneira de ler a Palavra, alimentando-se do maná, é indispensável.

Após termos comungado com Deus e nos alimentado do maná, somos fortalecidos a ponto de colocar tudo diante dele. Sem força, não há como orar; os fracos não podem fazê-lo. Com a força renovada pela comunhão e pelo suprimento do maná, temos condições de orar por nós, pela igreja e pelo mundo todo.

Mesmo uma pessoa da estatura de George Muller confessou que a condição espiritual que vivia durante o dia era determinada pela forma como havia-se alimentado diante de Deus pela manhã. O período inicial da manhã determinava como seria o resto do dia. Muitos cristãos encontram dificuldades no decorrer do dia simplesmente porque não o iniciaram adequadamente.

Um famoso pianista observou certa vez: “Se eu não praticar um dia, noto algo errado; se eu não estudar dois dias, minha esposa nota algo errado; e se eu não praticar três dias, todo mundo nota algo errado”. Não esqueçamos que, se não conseguirmos ter uma boa manhã com o Senhor, não apenas nós e os cônjuges, mas o mundo todo saberá disso. Por quê? Porque falhamos em alcançar a fonte de nossa vida espiritual.

Algumas considerações sobre levantar cedo

Finalmente, eu gostaria de mencionar algumas questões relacionadas com a prática de levantar cedo:

a) para levantar cedo, é preciso dormir cedo. Todos os que levantam cedo têm o hábito de ir para a cama cedo. É tolice ir deitar tarde da noite e levantar cedo. Seria como queimar a vela de ambos os lados;

b) não estabeleça um padrão muito alto para levantar cedo. Alguns decidem levantar às 3 horas. Tentam alguns dias e desistem. Tentar levantar cedo demais terminará em fracasso. Ao contrário, tomemos uma decisão moderada: digamos, por volta das 5 ou 6 horas, logo antes do amanhecer do dia. Se o horário estabelecido for cedo demais, será difícil mantê-lo. Estabelecer um padrão alto demais produzirá peso na consciência, e precisamos manter a consciência sem culpa. Por isso, não defendamos os extremos. Que cada um considere o assunto cuidadosamente perante Deus, levando em consideração condições físicas e circunstâncias particulares, e, depois, estabeleça um padrão para si mesmo quanto à hora apropriada de levantar;

c) cultive o hábito de levantar cedo. É inevitável que encontre alguma dificuldade nos primeiros dias. Você perceberá o quanto ama sua cama e como é difícil levantar. É preciso algum tempo para formar um hábito. No início, a pessoa tem de se obrigar a levantar, mas, depois de algum tempo, consegue levantar sem esforço.

Os nervos humanos são como a árvore no cume da montanha que se inclina na direção do vento. Se ele sopra sempre numa direção, ela desenvolve o hábito de inclinar-se naquela direção. Suponha que você tenha o hábito de levantar tarde, é como ter os nervos inclinados para o sul. Mas, depois de levantar cedo muitas vezes, seus nervos começarão a inclinar-se para o norte.

Então, ao invés de ser difícil levantar cedo, você achará difícil levantar tarde, porque não conseguirá mais dormir além do horário habitual! Até que o hábito seja formado, peça a Deus que lhe dê graça para que o bom hábito de levantar cedo seja desenvolvido. Tente muitas vezes. Aprenda diariamente a sair da cama até que tenha formado o hábito de levantar cedo para desfrutar da graça e da comunhão com Deus de manhã.

Ajude os crentes jovens

Espero que os mais adiantados no Senhor e aqueles que sentem algum encargo diante dele tomem a responsabilidade de manter a prática da vigília matinal na igreja. Tanto devem levantar cedo quanto ajudar os jovens a exercerem essa prática abençoada. Sempre que houver uma oportunidade, devem perguntar ao jovem ou recém-convertido: “Irmão, a que horas você se levanta?”

Lembre-se: levantar cedo é o primeiro hábito que um cristão deve formar. Reunir-se no dia do Senhor também é um hábito. Os jovens devem formar esses hábitos, mas a responsabilidade de ajudá-los é dos crentes mais experientes. Quantos nunca desfrutaram da bênção de levantar cedo!

Se a igreja progredir nesse exercício, se muitos irmãos aprenderem a levantar cedo, se cada um se achegar ao Senhor e receber um pouco mais de luz cada dia, quão rica e cheia de luz a igreja toda se tornará. A razão pela qual a igreja é pobre é porque pouquíssimos estão recebendo algo do Cabeça. Se aprendermos a receber do Cabeça, mesmo que cada um de nós receba apenas um pouco, o resultado será uma igreja muitíssima rica.

Extraído e condensado de Um Sacrifício Vivo, de Watchman Nee, Edições Tesouro Aberto.

por Watchman Nee
http://www.revistaimpacto.com.br/?modulo=materia&id=244

Menino de Oito Anos Muda de Sexo nos EUA


A história de Josie virou documentários com exibição nos Estados Unidos e na Inglaterra. Josie Romero é uma menina de oito anos. Josie já foi Joey, um menino. A história sobre a mudança de sexo e de como isso foi enfrentado pela família da criança, nos Estados Unidos, é tema de um documentário que será transmitido na semana que vem no canal Channel 4, na Inglaterra…
A mãe de Josie, Venessia, diz que, desde que a filha começou a falar, sempre afirmava: “Eu sou uma menina”. Os pais a corrigiam: “Não, você é um menino”. Josie, à época Joey, insistia em tentar transformar seus brinquedos de garotos em brinquedos de menina. A mãe afirma que a brincadeira preferida da filha era enrolar seus cachecóis na cintura e fingir que eram saias.
[...]
Venessa afirma que, no início, achava que tinha um filho homossexual. Porém, depois se deu conta que era uma criança transexual. Ela conta que começou a comprar roupas de menino e de menina e deixar o guarda-roupa dividido com as duas opções. Josie sempre optava pelas vestimentas femininas.
Josie recebe atendimento médico e psicológico. Ela tomará medicamentos para evitar a puberdade masculina. Quando completar 12 anos, deve ingerir hormônios femininos. A mãe diz que Josie já sabe que terá de passar por uma cirurgia de mudança de sexo quando for adulta. No Arizona, onde vivem, Josie participa de grupos de apoio para famílias de transexuais, incluindo crianças. Ela conta sua história. Venessa diz que a filha é muito feliz por poder compartilhar a sua experiência, para ajudar outros pais e filhos que passam pela mesma situação.
No ano passado, todos os documentos de Josie foram alterados. Ela é considerada, legalmente, uma pessoa do sexo feminino.
Reportagem completa: Revista Época.
Colaboração: Luciano Martins.
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Duncan Campbell e o avivamento das Ilhas Hébridas







O avivamento é nem mais nem menos que o impacto da personalidade de Jesus Cristo sobre uma igreja ou comunidade. A área inteira se torna consciente de Deus. - Duncan Campbell
As Ilhas Hébridas são pequenas ilhas que ficam a noroeste da Escócia, a maior das quais se chama "Lewis e Harris".
O avivamento começou em 1949 quando duas irmãs, senhores de idade, Peggy e Christine Smith, começaram a orar por um avivamento. Elas acreditaram que Deus as deu a promessa de Isaías 44:3: "Porque derramarei água sobre o sedento, e torrentes sobre a terra seca."
No mesmo tempo, sem saber das irmãs Smith, setes homens tinham se comprometido a reunuir-se três vezes na semana para orar por um avivamento. No seu livro "Bright and Shining Revival"1(Avivamento Brilhante e Reluzente), Kathie Walters descreva o que acontece uma noite, depois de mêses de oração:
Finalmente, uma noite, um jovem diácono se levantou dos seus joelhos e começou a ler Salmo 24, "Quem subirá ao monte do SENHOR, ou quem estará no seu lugar santo? Aquele que é limpo de mãos e puro de coração, que não entrega a sua alma à vaidade, nem jura enganosamente. Este receberá a bênção do SENHOR e a justiça do Deus da sua salvação."
Em resposta a este desafio de Deus, eles caíram aos seus joelhos em confissão e reconsagação e começaram a pedir com ainda mais sinceridade. Uma hora depois, três deles estavam postrados no chão - exaustos. Às cinco horas da manhã, o avivamento chegou! O celeiro estava repentinamente cheio da glória de Deus, e o poder que se manifestou encheu aquele pequeno celeiro, e abalou toda a comunidade.
O pastor da igreja local, o Reverendo James McKay, convidou um pregador chamado Duncan Campbell para visitar a ilha e abanar as chamas de avivamento. No inicio, Campbell recusou o convite por causa de ter uma conferência marcada pelo mesmo tempo, porém as irmãs Smith encorajavam o pastor McKay que Campbell, de fato, iria visitar a ilha, e a outra conferência foi cancelada na última hora.
Na sua primeira noite na ilha, Campbell pregou na igreja lotada, porém aparentamente sem um grande mover do Espírito. Algumas pessoas continuavam orando numa casa depois do culto:
Na cabana aproximadamente trinta pessoas se ajoelharam em oração e começaram a interceder diante de Deus. Às aproximadamente 3 horas da manhã, Deus invadiu o lugar e uma dúzia foram postradas, atônitas, no chão. Algo tinha acontecido - Deus estava agindo, como Ele tinha prometido. O avivamento tinha chegado e os homens e mulheres estavam a prestes a encontrar a libertação.
Quando o grupo deixou a cabana, eles acharam homens e mulheres buscando Deus. Luzes estavam acesas nas casas ao longo da estrada - ninguém parecia estar pensando em dormir. Três homens foram encontrados deitados pela margem de estrada numa torrente de convicção, clamando para Deus ter misericórdia neles! O Espírito de Deus estava entrando em ação e logo a paróquia de Barvas seria completamente agitada.1
No seu livro "O Fogo do Reavivamento"2, Wesley Duewel fala sobre o segundo culto do Campbell, na noite seguinte:
O segundo culto terminou no mais completo silêncio. Deus falava aos corações. No final, Campbell despediu a multidão e o prédio esvaziou-se. Mas, de repente, a porta da igreja abriu-se de novo e um presbítero fez sinal para Campbell ir até ele. A congregação inteira estava do lado de fora, tão tocada pelo Espírito que ninguém queria ir embora. Outras pessoas, que não tinha assistido ao culto, foram atraídas de suas casas pelo poder do Espírito Santo. Muitos rostos mostravam profunda aflição.
Campbell chamou todos de volta para a igreja. A presença majestosa de Deus era tão profunda que os não-salvos começaram a gemer aflitos e a orar arrependidos. Até os cristãos sentiram o peso do seu pecado. De repente, um grito vibrou no ar. Um dos soldados de oração do grupo dos jovens foi tocado até o ponto de agonia, enquanto derramava a sua alma pedindo o reavivamento. Ele caiu prostrado no chão em transe. Homens fortes clamavam por misericórdia e, à medida que cada um recebia a segurança da salvação, outros louvavam a Deus e até davam gritos de alegria. Uma mãe colocou os braços ao redor do filho, agradecendo a Deus, enquanto lágrimas de alegria corriam pelas suas faces. As orações de anos foram respondidas.
Durante cinco semanas, o poder de Deus foi derramado sobre aquela região. Numa ocasião, quase seissento pessoas, encaminhado para a igreja, foram tocadas derrepente pelo poder do Espírito Santo e se ajoelharam na estrada em arrependimento. Duncan Campbell conduzia quatro cultos todas as noites enquanto durava o mover poderoso de avivamento.
O fogo de avivamento se espalhou para outras comunidades. Kathie Walter relata o que aconteceu na pequena aldeia de Arnol:1
Há pessoas em Arnol hoje que podem verificar o fato que enquanto o irmão orou, os pratos no armário balancavam enquanto Deus liberou o Seu poder. Em seguida, onda depois de onda do poder divino passou pela sala. Simultaneamente, o Espírito de Deus passou pela aldeia. As pessoas não puderam dormir e as casas ficaram iluminadas a noite toda. Pessoas andavam as ruas em grande convicção; outros se ajoelharam ao lado de sua cama, chorando para perdão. Quando os homens sairam da reunião de oração, o pregador entrou numa casa para pedir um copo de leite e encontrou a dona da casa com sete outras mulheres de joelhos, clamando a Deus.
Dentro de 48 horas o bar, normalmente lotado com os homens da aldeia, estava fechado. 14 jovens que estavam bebendo foram gloriosamente convertidos. Estes mesmos homens poderiam ser achados depois, três vezes por semana, com outros nos seus joelhos, orando para os seus colegas e para a expansão de avivamento. Foi nesta aldeia que, dentro de 48 horas, muitos jovens tinham entregue as suas vidas a Cristo, e poderiam ser achados nas reuniões de oração!
A presença de Deus começou a se espalhar pela região, e havia mais duas ondas de avivamento, em 1952 e 1957. O Keswick Journal de 1952 falou sobre os frutos do primeiro avivamento:1
Mais pessoas estão comparecendo às reuniões de oração em Lewis hoje que assistiram aos cultos no domingo antes do avivamento. Males sociais foram varridos como por uma inundação nas comunidades tocadas por este movimento maravilhoso. Homens e mulheres estão vivendo para Deus. Adoração familiar está em quase todas as casas; cinco ou seis reuniões de oração uma semana na paróquia; os pastores e presbíteros estão edificando homens e mulheres na fé. De todas as centenas que viraram a Cristo na primeira onda do Espírito Santo, até agora, só quatro mulheres jovens deixaram de comparecer às reuniões de oração.
Pr Paul David CullMinistério Avivamento Já
Temos mais informações sobre o avivamento das Ilhas Hébridas em nossa comunidade online. Na área de download deste site, temos uma gravação de Duncan Campbell.
1 "Bright and Shining Revival" por Kathie Walters2. O Fogo do Reavivamento, por Wesley L. Duewel.
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segunda-feira, 19 de outubro de 2009

A Igreja Pelas Lentes de Tertuliano


Ele é chamado por muitos de o “Pai do Cristianismo Latino”. Apologista e criador dos termos “Trindade”, “Antigo Testamento” e “Novo Testamento”, Quintus Septimius Florens Tertullianus – mais conhecido entre nós como Tertuliano (160 AD – 220 AD) – nos descreve alguns aspectos da Igreja de seu tempo: como eram as reuniões, como recebiam e administravam as ofertas dos santos, e como compartilhavam a Santa Ceia.


Somos um corpo, unidos por uma mesma confissão de fé, pela unidade de disciplina e por laços mútuos de esperança. Nos reunimos em assembléia e como congregação, oferecendo nossas orações ao Senhor, juntando nossas forças para batalhar em intercessão diante de Deus…
Nos reunimos para ler as divinas Escrituras … Homens maduros, cujas vidas foram provadas, lideram entre nós; e estes obtiveram tal honra pela comprovada qualidade de seu caráter …
Ainda que tenhamos nossas reservas financeiras, não se trata de dinheiro proveniente de compra e venda, como se a religião fosse um negócio. Uma vez por mês, cada um traz uma modesta contribuição – conforme queira, e somente se desejar e estiver em condições de fazê-lo; porque ninguém é constrangido a doar; tudo é voluntário … para alimentar e sepultar o pobre, para suprir a necessidade de meninos e meninas que não tenham onde viver e que sejam órfãos, e para idosos que estejam confinados em suas casas …
Assim nós, unidos de coração e alma, não hesitamos em compartilhar nossos bens. Temos tudo em comum – com excessão de nossas esposas. Neste ponto nossa parceria termina …
As celebrações que realizamos demonstra a idéia que está por tráz de seu nome: é chamada pelo nome grego de agape (amor) … não tomamos nosso lugar à mesa até que participemos da oração ao Senhor. Comemos o suficiente para saciar nossa fome e bebemos o suficiente para saciar nossa sede… Depois de lavar as mãos, as luzes são trazidas e, então, pede-se que cada um de nós fique em pé e cante um hino ao Senhor, das Sagradas Escrituras ou de sua própria composição…
E da mesma forma que iniciamos, encerramos a celebração com oração.
Extraído de Apology (Apologia) de Tertuliano, Capítulo XXXIX.
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Wesley: “Chamem-me de canalha, mas não me chamem de Bispo”




John Wesley era conhecido por seu temperamento equilibrado e disposição calma. Havia, porém, algumas coisas que conseguiam “tirá-lo do sério”.
Uma das ocasiões em que Wesley perdeu a calma foi quando surgiu um incidente envolvendo os dois homens de confiança que estavam à frente do trabalho missionário na recém-nascida república dos Estados Unidos da América, Francis Asbury e Thomas Coke.
Em 1784, Wesley havia autorizado a organização das sociedades metodistas na América como uma igreja independente da Igreja Anglicana (embora esse nunca fosse o seu desejo) e a ordenação de Asbury e Coke como superintendentes para servir às igrejas naquele continente. Ao invés de usar o termo indicado por Wesley, eles passaram a adotar o título de bispo.
Em 1788, Wesley escreveu uma carta indignada para Francis Asbury, que seria a última comunicação entre os dois:
… Mas em um ponto, meu querido irmão, estou um pouco receoso de que tanto o Doutor [Thomas Coke] quanto você difiram de mim. Eu me esforço para ser pequeno – vocês para serem grandes. Eu me arrasto no chão – vocês se empertigam. Eu fundo uma escola – vocês uma faculdade! Sim, e ainda colocam nela seus próprios nomes [Cokesbury College, derivado de Coke e Asbury]. Oh, tomem cuidado! Não procurem se tornar grandes! Que eu seja nada e Cristo seja tudo em todos!
Um exemplo disso, dessa sua grandeza, tem-me causado grande preocupação. Como você pode, como você ousa permitir que seja chamado Bispo? Eu estremeço, tenho arrepios só de pensar em tal coisa! Que os homens me chamem de patife, de tolo, de canalha, e ficarei contente; mas jamais, por meu consentimento, me chamarão de Bispo! Por amor a mim, por amor a Deus, por amor a Cristo, coloque um fim nessa história. [...]
Dessa forma, meu querido Franky, tenho dito tudo que está no meu coração. E que estas palavras, quando eu não mais estiver aqui, possam dar testemunho da sinceridade com que sou…
Seu afetuoso amigo e irmão,
John Wesley
A carta não mudou o ponto de vista dos líderes metodistas na América nem a prática usada até hoje na igreja fundada por John Wesley.
Fonte: Revista Impacto, edição 48.
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sábado, 17 de outubro de 2009

O privilégio de se pregar o evangelho do reino




Mas uma vez, quero louvar a Deus pelo privilégio que Ele tem nos concedido de pregar o seu evangelho em nosso tempo.


Eu tenho um quadro em minha mente sobre o privilégio da pregação. Eu imagino que em algum tempo desde a existência do ser humano, Miguel e Gabriel se apresentaram a Deus com um pedido mais ou menos assim: " Senhor, nós temos visto que o homem pecou, e encontra-se separado de Ti, e vemos o quanto o Senhor os ama. Também prestamos a atenção na conversa do Deus Triúno e nos empolgamos com o plano de resgate e salvação do ser humano. Senhor, mediante isso o que desejamos dizer para Ti é que nós apresentamo-nos ao Senhor para anunciar as boas novas aos homens. Isso para nós seria um privilégio e desejamos muito. Conceda-nos essa graça!"


Creio que O Deus Todo-Poderoso tenha ficado feliz com tal atitude mas respondeu o Seguinte: "Sei que vocês tem sido fiéis aqui em todo o serviço que tem executado desde o dia em que criei vocês, e o que me pedem é muito honroso da parte de vocês, e de fato isso é privilégio mesmo, o anunciar as boas novas, mas esse privilégio Eu já decidi quem o terá, e será eles, os homens, a eles foi dado o privilégio de anunciar as boas novas. Mas como vocês foram anjos com tanta honra, vou permitir-lhes algo. Vocês serão os colaboradores deles nesse trabalho, vocês serviram aqueles que hão de herdar a salvação. Quando eles me clamarem, quando eles orarem, permitirei que vocês levem as respostas, mensagens, poderão pelejar contra os principados e potestades e auxiliá-los de maneira poderosa. Dou-lhes respaldo nisso."


Ao fim da conversa, mesmo não tendo a oportunidade de pregar, os anjos saem dali radiantes por poderem servir aqueles que levam essa grande honra, esse grande privilégio, o maior dos privilégios, que é o de anunciar as boas novas do reino.


Como temos encarado esse presente que Deus nos concedeu? Temos sido fiéis em tal graça?


Louvo a Deus por tal privilégio!


Na quinta-feira que se passou, dia 15, fomos novamente a comunidade dominada pelo tráfico, anunciar o Evangelho do reino. Foi uma das várias noites que não será esquecida.


Entramos em uma casa para orar e pregar, oramos por pessoas aprisionadas nos vícios que estavam nas esquinas, fomos privilegiado por Deus em um campo tão fértil.


Mas teve algo que marcou muito o nosso coração, foi quando o um oprimido pelos vícios satânicos naquele lugar, que a muito tem sido abordado por nós, em mais uma ocasião parou para que orássemos por ele. Quando nos viu estava radianteao nos ver, nos chamou até de "nossa benção", por estarmos frequentemente ali. falounos de seu desejo de largar aquela vida, mas que precisava de que Deus o tirasse dali. Fiquei impressionado com tal relato, pois Pois, isso é resultado do respaldo de Deus, é que Deus tem se manifestado!

Depois disso, quando oramos por ele, em um tempo da oração o Edsom colocou as mãos em seus ombros, e isso fez com que ele tremesse todo, e derrepente começou a chorar compulsivamente, pois na verdade havia sido tocado por Deus. Temos orado por ele diariamente, incessantemente, e Deus esta quebrando. Não posso colocar o nome dele aqui, mas se você simplesmente orar, Deus sabe quem é e atenderá a sua oração! Aqui eu vou chamá-lo de pecador ferido, pois vemos isso nele, um pecador, ferido e precisando da misericórdia de Deus para sser restaurado completamente.


Pense no privilégio que você tem de pregar, pense em quantos pecadores feridos existem por aí, em quantas pessoas estão nesse momento querendo apenas que alguém venha se importar com elas e simplesmente orar... será que você pode orar por alguém? Será que você pode sentir o fardo de Deus pelos necessitados, pelos oprimidos, pelos pecadores que Deus tanto ama?


Que Deus te abençoe concedendo-lhe o privilégio de pregar, de anunciar, de ir, pois até mesmo os anjos desejaram isso... mas... esse privilégio, foi dado a ... VOCÊ!
e-mail de intercessão: lucianoatos3.19@hotmail.com

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

William Seymour












William Joseph Seymour (Centerville, Louisiana, 2 de Maio de 1870 — 28 de Setembro de 1922) foi um pastor estadunidense, iniciador do movimento religioso denominado de Pentecostalismo.Filho de escravos libertos, Seymour resgatou a crença em glossolalia (mais conhecido como dom de línguas) como provas do batismo com o Espírito Santo. Como consequência de sua experiência, foi expulso da paróquia de Los Angeles onde havia se tornado pastor. Na procura de um lugar para continuar seu trabalho, ele fundou sua igreja no ano de 1906 em Los Angeles, localizada na Azusa Street (Rua Azusa) no. 312, e incluiu suas crenças doutrinárias ali.O resultado foi a Azusa Street Revival Renovação da Rua Azusa. Seymour não só derrubou a existência de barreiras raciais em favor da "unidade em Cristo", ele também rejeitou barreiras às mulheres em qualquer forma de liderança de uma igreja. Esse processo de renovação foi de 1906 a 1909, e se tornou objeto de investigação por muitos protestantes da época. Alguns diziam que as visões de Seymour eram heréticas, onde outros aceitaram seus ensinamentos e retornaram às suas congregações para repassá-las. O movimento resultante tornou-se conhecido como "Pentecostalismo", uma referência à manifestação do batismo com o Espírito Santo que ocorreu pela primeira vez no dia de Pentecostes (Atos cap. 2)Pentecostalismo é como se chama a doutrina de determinados grupos religiosos cristãos, originários no seio do protestantismo, que se baseia na crença do poder do Espírito Santo na vida do crente após o Batismo do Espírito Santo, através dos Dons do Espírito Santo, começando com o dom de línguas (glossolalia).[editar] OrigemPara alguns o pentecostalismo moderno teve início em 1901, no Colégio Bíblico Betel, em Topeka, no Estado do Kansas, quando a fiel Agnes Ozman recebeu o carisma das línguas pela imposição de mãos do Pastor Charles Fox Parham. A dúvida inicialmente pairava se aquelas línguas eram línguas existentes (xenoglossia) ou desconhecidas (glossolalia).Todavia, tradicionalmente, reconhece-se o início do movimento pentecostal no ano de 1906, em Los Angeles, nos Estados Unidos, na Rua Azuza, onde houve um grande avivamento caracterizado principalmente pelo "batismo com o Espírito Santo", evidenciado pelos dons do Espírito (glossolalia, curas milagrosas, profecias, interpretação de línguas e discernimento de espíritos, dentre outros).No entanto, o batismo com dons do Espírito Santo não era totalmente novo no cenário protestante. Existem inúmeros relatos de pessoas que clamam ter manisfestado dons do Espírito em muitos lugares, desde Martinho Lutero (apesar de controversos quanto a veracidade) no século XVI até de alguns protestantes da Rússia, no século XIX.Devido à projeção que ganhou na mídia, o avivamento na Rua Azuza rapidamente cresceu e, subitamente, pessoas de todos os lugares do mundo estavam indo conhecer o movimento. No começo, as reuniões na Rua Azuza aconteciam informalmente, eram apenas alguns fiéis que se reuniam em um velho galpão para orar e compartilhar suas experiências, liderados por William Seymour (1870-1922).Rapidamente, grupos semelhantes foram formados em muitos lugares dos EUA, mas com o rápido crescimento do movimento o nível de organização também cresceu até o grupo se denominar Missão da Fé Apostólica da Rua Azuza. Alguns fiés não concordaram com a denominação do grupo.Surgiram grupos independentes que emergiram em denominações. Também algumas denominações já estabelecidas adotaram doutrinas e práticas pentecostais, como é o caso da Igreja de Deus em Cristo.Mais tarde, alguns grupos ligados ao movimento pentecostal começaram a crer no unicismo em vez da triunidade (trindade). Com o crescimento da rivalidade entre os que criam no unicismo e os que criam na trindade, ocorre um cisma e novas denominações nasceriam como a Igreja Pentecostal Unida (unicista) e as Assembléias de Deus (trinitária).[editar] Pentecostalismo BrasileiroNo Brasil, o Pentecostalismo chegou em 1910, com a vinda do missionário Louis Francescon, que dedicou seu trabalho entre as colônias italianas no Sul e Sudeste do Brasil (realizando em 1910, o primeiro batismo de orientação pentecostal em solo brasileiro com a conversão de 11 almas), originando a Congregação Cristã no Brasil em Santo Antônio da Platina - Paraná). Em 1911 Daniel Berg e Gunnar Vingren, iniciaram suas missões na Amazônia e Nordeste, dando origem às Assembléias de Deus. Francescon, Berg e Vingren tiveram matriz pentecostal comum, ao receberem as novas doutrinas na Missão de Fé Apostólica conduzida pelo Pastor William H. Durham, ex-pastor batista, em Chicago, Ill.O movimento pentecostal pode ser dividido em três ondas. A primeira, chamada pentecostalismo clássico, abrangeu o período de 1910 a 1950 e iniciou-se com sua implantação no país, decorrente da fundação da Assembléia de Deus e da Congregação Cristã no Brasil até sua difusão pelo território nacional. Desde o início, ambas as igrejas caracterizam-se pelo anticatolicismo, pela ênfase na crença no batismo no Espírito Santo e por um ascetismo que rejeita os valores do mundo e defende a plenitude da vida moral e espiritual.Segundo SOUZA (2007), entre as igrejas da primeira onda encontra-se a Missão Evangélica Pentecostal do Brasil, fundada em Manaus em 1939, de origem americana, mas que atualmente atua de forma independente, com direção nacional e credo baseado no Pentecostalismo Clássico, de característica moderada quanto à questão de usos e costumes.Em 1932, foi organizada a Igreja de Cristo no Brasil em Mossoró (Rio Grande do Norte). Segundo o sociologo Alexandre Carneiro, a Igreja de Cristo no Brasil seria a primeira denominação pentecostal organizada por Brasileiros. A Igreja de Cristo divergiu das demais igrejas pentecostais da primeira onda ao seguir o dogma da "eterna segurança" mais conhecida como Perseverança dos santos. Esta também defende que o cristão recebe o batismo do Espírito Santo no momento da conversão e não como segunda benção seguida de dons de línguas.A segunda onda começou a surgir na década de 1950, quando chegaram a São Paulo dois missionários norte-americanos da International Church of The Foursquare Gospel. Na capital paulista, eles criaram a Cruzada Nacional de Evangelização e, centrados na cura divina, iniciaram a evangelização das massas, principalmente pelo rádio, contribuindo bastante para a expansão do pentecostalismo no Brasil. Em seguida, fundaram a Igreja do Evangelho Quadrangular. No seu rastro, surgiram Igreja Pentecostal Unida do Brasil, O Brasil para Cristo, Igreja Pentecostal Deus é Amor, Casa da Bênção, Igreja Unida, Igreja de Nova Vida e diversas outras igrejas pentecostais menores.A terceira onda, chamada de Neo-Pentecostalismo, teve início na segunda metade dos anos 70. Fundadas por brasileiros, as mais antigas são a Igreja Universal do Reino de Deus (Rio de Janeiro, 1977), liderada pelo bispo Edir Macedo, e a Igreja Internacional da Graça de Deus (Rio de Janeiro, 1980), liderada e fundada pelo missionário R. R. Soares, ambas presentes na área televisiva com seus televangelistas. Posteriormente, temos o surgimento da Renascer em Cristo (São Paulo, 1986) e da Comunidade Evangélica Sara Nossa Terra (Brasília, 1992). De um modo geral, utilizam intensamente a mídia eletrônica e aplicam técnicas de administração empresarial, com uso de marketing, planejamento estatístico, análise de resultados etc. Algumas pregam a Teologia da Prosperidade, pela qual o cristão está destinado à prosperidade terrena, rejeitando os tradicionais usos e costumes austeros dos pentecostais. O neopentecostalismo constitui a vertente pentecostal mais influente e a que mais cresce. Também são mais liberais em questões de costumes.Além das grandes denominações pentecostais, existem hoje centenas de "ministérios independentes" ou novas denominações surgindo anualmente no Brasil e no mundo.Paralelamente ao Pentecostalismo, várias denominações protestantes que eram tradicionais experimentaram movimentos internos, com manifestações pentecostais. Assim foram denominados "Renovados", como a Igreja Presbiteriana Renovada (originária da IPB), Convenção Batista Nacional (originária da CBB), Igreja do Avivamento Bíblico (originária da IMB), Igreja Cristã Maranata (originária também da IPB) e a Igreja Adventista da Promessa (originária da IASD).Nos anos mais recentes a doutrina de renovação do Pentecostalismo ultrapassou até mesmo as fronteiras do Protestantismo, surgindo movimentos de renovação pentecostal Católica Romana e Ortodoxa Oriental, como a Renovação Carismática Católica que teve sua origem por Padres influenciados por Pastores e literaturas pentecostais.Retirados de: http://pt.wikipedia.org/wiki/William_seymour

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

amigos minitrando em uma vigília

video

Como é bom minitrar ao Senhor !

Como é bom estar ente amigos louvando a Deus!

Que esses amigos estejam sempre unidos em Cristo Jesus!

Nesse dia ministramos na Igreja Manancial de Vidas em um tempo de intercessão pela cidade.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

William Branham











"Outono de 1946.Estava agendado para o Rev. Branham conduzir 8 noites de avivamento em Jonesboro, Arkansas. A campanha evangelística foi patrocinada pelo reverendo Reed, em conjunto com igrejas locais. Para o avivamento fora alugado um grande auditório, descobrindo-se pequeno diante das milhares de pessoas atraídas à cidade. Segundo estimativa de um jornal local, o Evening Sun, 28000 pessoas de todas as regiões do país se fizeram presentes, lotando os hotéis e pensões e, num raio de 80 quilômetros ao redor da cidade não se encontrava um único quarto vago."








Ao dar início ao avivamento o rev. Branham percebe uma mulher acenando-lhe insistentemente, na fila da frente. Ela pergunta-lhe sorrindo: “Você não me reconhece? A última vez que me viste foi em Little Rock (Avivamento de Litte Rock). Minhas pernas sangravam e eu estava fora de si”. O reverendo a reconhece: era a mulher possessa, que ele havia visto no porão do auditório em Little Rock. Alguns meses antes ela estava em um deplorável estado. “Depois de você ter orado por ela aquela noite, ela sentou-se quietamente no carro durante todo o caminho de volta à instituição. Dentro de três dias, eles a declararam curada e a liberaram”, testemunhou seu marido. A fé dos presentes eleva-se com tão surpreendente testemunho, maravilhando-se ainda com o sinal na mão do reverendo, que revelava enfermidades de maneira surpreendente (Um sinal foi dado ao evangelista para vindicar seu ministério: toda vez que tocava a mão direita das pessoas com sua mão esquerda, apareceria ali um sinal característico, que, interpretado de acordo com a prática, revelaria qual doença possuía a pessoa ). Diante do quadro inusitado, sobrenatural, a fé dos presentes chega a um nível a tal ponto que nada parava diante dela. O rev. Branham forma uma fila à sua direita, enquanto um fluxo interminável de pessoas passavam durante horas sob a plataforma, ansiosas por um bafejo da graça de Deus, seja na forma de cura ou libertação. O ajuntamento Pentecostal continuou sem interrupções durante vários dias, sem que o rev. Branham arredasse pé da plataforma. Para não perder tempo, ele comia e dormia ao lado do altar improvisado, enquanto milhares de pessoas permaneciam reverentemente quietos, ao som do hino “Somente Crer”, tema das “Campanhas Branham”. Quando algum dos presentes saiam do auditório, contava aos demais do lado de fora os fatos surpreendentes que presenciara, aumentando ainda mais a expectativa e o número de pessoas no local, atraídos pelo testemunho dos presentes. Os surpreendentes milagres continuavam, inesgotáveis, dia após dia, madrugada após madrugada. Exatamente às 4:00 horas da manhâ uma mulher aproxima-se da plataforma, segurando sobe o nariz um lenço. O reverendo achou que ela chorava mas, ao pegar sua mão, foi-lhe revelado que ela tinha câncer. Ela já não tinha nariz, pois já fora devorado pela enfermidade. O quadro era estarecedor. “Você crê”? Branham pergunta. “IrmãoBranham, eu tenho que crer!!! Esta é minha única esperança”. Era visível o desespero da jovem mulher. Então, irmã, eu posso te ajudar. Porque o anjo que me encontrou me disse que se eu fosse sincero e levasse as pessoas a crerem em mim, então nada parararia diante de minha oração, nem mesmo o câncer”. Unindo-se em desespero na oração com a mulher, o reverendo sente as ferozes palpitações demoníacas característicos do câncer diminuírem em sua mão, sentindo que Deus a curava . Obs: vários meses se passaram quando, no avivamento de Texarkana, Texas, esta mulher foi à frente, dizendo: “Irmão Branham, você me reconhece?” “Não, irmã, eu acho que não”. “Lembra-se em Jonesboro quando você orou por uma mulher cujo nariz tinha sido devorado pelo Câncer?” “Você não é aquela mulher, é?” “Sim, eu sou”, ela respondeu. “Não somente o câncer tem se ido, mas como pode ver meu nariz cresceu novamente”. O Oitavo dia de Avivamento Após 8 dias de constantes orações e milhares de pessoas na expectativa de receberem oração, o reverendo interrompe a reunião para receber sua esposa Meda na estação ferroviária. Quando se dirigiam para o auditório, foram obrigados a parar e estacionar a diversas quadras de distância do local das reuniões. As ruas estavam abarrotadas de veículo a tal ponto que impedia o trânsito até dos pedestres. Para entrar no edifício foi preciso que o escoltassem, tal a quantidade de pessoas do lado de fora. Dentro, o reverendo Branham nota alguém acenando-lhe com um boné. “Você não é o irmão Branham?” “Sim, eu sou. Mas não deveria orar por ninguém, senão causarei um distúrbio. Se você puder entrar na fila de oração irei...” “Oh, eu não estou procurando por oração para mim mesmo. Eu sou motorista de ambulância. Estou com uma paciente idosa na ambulância, que penso que já pode estar morta neste momento. Como não consigo encontrar nenhum médico, gostaria que pelo menos ela recebesse oração do senhor”. “Senhor, eles não acreditariam em mim se eu dissesse que ela está morta. Você precisa chamar um agente funerário.” “Eu gostaria que você viesse comigo”, insiste o motorista. “O marido dela está desesperado e talvez você possa acalmá-lo”. Havia uma área designada pelas autoridades para ambulâncias. “Eu acho que poderia chegar até a mulher. Há uma multidão entre nós e as ambulâncias”. Um dos policiais que escoltavam o Rev. Branham oferece-se para ajudar. Depois de muitos empurrões, eles conseguem chegar às ambulâncias. Os guardas ficam do lado de fora, enquanto o Reverendo e o motorista sobem na ambulância. O ancião levanta seus olhos angustiados para os dois, visivilmente perturbado. “Você é o médico?” “Não, eu sou o irmão Branham”. “Oh, irmão Branham”. Ele olhava para a senhora na maca. “Eu a perdi. Ela parou de respirar há poucos momentos atrás. Ela queria tanto te ver antes de morrer. Eu vendi algumas colchas que ela tinha feito e algumas conservas de amoras-pretas para contratar esta ambulância. Agora ela está morta.” “Bem, senhor, a única coisa que posso fazer por ti é oferecer uma oração”. Olhando a senhora, tinha-se a impressão de que estava morta. O reverendo toma sua mão procurando-lhe o pulso, mas não sente sua pulsação. “Querido Senhor Jesus”, ora suavemente o Rev. Branham. “Eu oro para que tu sejas misericordioso para com este irmão; ajude-o e o abençoe. E por esta muher que veio por este caminho crendo que...”. O reverendo pensa sentir um pequeno movimento da mão da senhora em sua mão. Abrindo os olhos, vê que tinha se enganado, pois a aparência da mulher era cadavérica. Continuando a orar, momentos depois ele sente novamente um aperto em sua mão, este bem mais forte. O reverendo não tem mais dúvidas de que a vida pulsava novamente naquele corpo. O ancião ainda orava, quando a anciã levanta a cabeça e pergunta ao reverendo: “Qual é o seu nome?” “Eu sou o irmão Branham.” Só agora o ancião percebe que sua esposa falava. Ele clama surpreso: “Mãe, mãe”, abraçando-a em seguida, em gozo. Pedido de Misericórdia Os gritos do ancião atrai a atenção da multidão. “Penso que eles descobriram quem é você. Você vai ter problemas para voltar ao edifício”, avisa-lhe o motorista. Conseguindo sair da ambulância disfarçadamente, segue para o edifício, enquanto uma chuva fina começa a cair sobre a multidão. Ao tentar atravessar a fila para entrar no edifício, o reverendo é severamente repreendido pelas pessoas ali postadas. Passando ao lado da fila, ele encontra-se de frente a uma jovem de cor, de uns 17 anos, que clamava insistentemente por seu pai. Claramente se via que era cega; seus olhos estavam tomados pela catarata. Ninguém se prontificou a ajudá-la, pois era uma negra entre brancos. O reverendo coloca-se no caminho dela, apiedado por tamanha injustiça. Ela choca-se com ele. “Com licença”, diz ela. “Estou procurando meu pai, que perdi na multidão. Você poderia ajudar-me a pegar o ônibus de Menphis?” “Sim, posso te ajudar”, responde o reverendo. “O que você está fazendo aqui?” “Meu pai e eu viemos ver o curador”, responde ela. “Como você ouviu falar dele?” “Esta manhâ eu estava ouvindo o rádio, e colocaram um homem ali que contou como que por anos ele não podia falar uma palavra e agora ele podia falar. Um outro homem disse que tinha estado numa pensão para cegos por 12 anos e agora ele podia enxergar tão bem que podia ler sua bíblia. Isto me deu esperança. Eu não tenho saída a menos que eu chegue ao curador. Porém esta é a última noite que ele estará aqui e eu e meu pai não conseguimos nem chegar perto do edifício. Agora eu perdi meu papai e não consigo chegar ao ponto de ônibus. O senhor podia ajudar-me?” “Sim”, responde ele. “Você crê que Deus possa curar? Eu tenho que saber, antes de ajudá-la”. “Sim, senhor, eu creio”. “Irmã, talvez eu sou aquele o qual você está suposta a ver”. A jovem cega agarra seu paletó firmemente. “É você o curador?” “Não, senhorita. Eu William Branham, o pregador. JESUS CRISTO É O CURADOR. Agora, se você tirar suas mãos de meu casaco...” O reverendo tenta inultimente retirar suas mãos de seu paletó. “Tenha misericórdia de mim, irmão Branham.” Implora ela, segurando-o mais forte ainda. “Irmã, você me deixaria segurar sua mão enquanto oro?” Ele solta-lhe uma das mãos dela com dificuldade, segurando-lhe com sua mão esquerda. “Querido Jesus, um dia tu carregaste aquela cruz arrastando-a pela rua; sangue correndo de seu ombros; seu corpo pequeno e débil cambaleante sob o peso. Um homem de cor chamado Simão de Cirene ceio ao seu lado, pegou a cruz e te ajudou a leva-la. E agora um dos filhos de Simão está titubeante aqui na escuridão; eu tenho certeza de que tu entendes...” A mocinha estremece repentinamente. “Algo acabou de entrar em mim”, diz ela. “Meus olhos estão frios” O ver. Branham pede-lhe que feche as pálpebras por uns minutos, declarando-a curada em nome de Jesus. Ele pede-lhe que não dissesse nada a ninguém sobre o acontecido, para que ele não fosse reconhecido no meio da multidão. Em seguida, pede-lhe que abra os olhos: “São luzes?”, pergunta espantada. “Sim. Você pode contá-las?” “São quatro! São pesoas indo ali? Antes que o reverendo pudesse esboçar uma reação, ela solta um grito, em alta voz: ***“Louvado seja Deus! Eu posso ver! Eu era cega e agora veja!” A multidão começa a mover-se na direção do reverendo e da moça de cor. Um grupo de policiais próximo teve que se apressar em socorrê-lo. Antes que os guardas o conduzissem para o edifício, um homem com uma perna deformada grita-lhe acenando a mão do meio da fila: “Eu sei que você é o irmão Branham. Tenha misericórdia de mim. Eu estou aqui há oito dias. Eu tenho cinco filhos em casa, e sou aleijado. Eu creio. Se você pedir a Deus, ele fará isto”. “Então, no nome de Jesus Cristo, dá-me tua muleta”. O aleijado não pensou duas vezes. No mesmo instante sua perna se endireitou. O ex-aleijado tira seu sapato e começa a batê-lo no asfalto, gritando em alta voz: “Estou curado! Estou curado!” ***Vários anos depois esta moça cega reconheceria o Rev. Branham. Ela trabalhava em um restaurante e, segundo ela, nunca mais sentiu qualquer problema desde sua cura no avivamento de Jonesboro, Arkansas. Fonte: Livro Sobrenatural: A Vida de William Branham Avivamento em Camdem http://www.forum.clickgratis.com.br/vivavida/t-4.html Avivamento em Litte Rock http://www.forum.clickgratis.com.br/vivavida/t-114.html Avivamento em ST. Louis http://www.forum.clickgratis.com.br/vivavida/t-113.html Avivamento em Helsink, Finlândia http://www.forum.clickgratis.com.br/vivavida/t-5.html Avivamento em Bombaim, Índia http://www.forum.clickgratis.com.br/vivavida/t-10.html